Fonte: http://info.abril.com.br/blog/machado/20080423_listar.shtml
72% das empresas e 23% das residências têm micros infectados, mesmo usando soluções de segurança.
Um estudo realizado pelo PandaLabs, da Panda Security, mostra números assustadores: 72% das empresas e 23% das residências têm máquinas infectadas, mesmo usando proteção atualizada.
A pesquisa foi realizada num universo de 1,5 milhão de usuários. O motivo dessa aparente contradição, diz a Panda, �C3�o, diz a Panda, �s de segurança não são mais suficientes para proteger os computadores do crescente número de ameaças que surgem todos os dias. Assim, muitos usuários têm suas máquinas infectadas acreditando que estão protegidos.
Nas conclusões do estudo, o PandaLabs cita a equipe de segurança digital da Austrália (AusCERT), segundo a qual 80% dos novos códigos maliciosos desafiam as defesas antivírus. O documento afirma que, apesar dos esforços dos fabricantes de antivírus, os problemas nessa área persistem.
Uma das razões fortes para isso é a mudança da motivação dos autores de malware. Antes, era o hacker, que desejava provar sua capacidade técnica ao invadir computadores e disseminar um cavalo-de-tróia, por exemplo. Agora, os vírus são criados com objetivos nitidamente criminosos, em geral para roubar credenciais e obter ganhos financeiros.
"Obviamente, ter uma solução de segurança ou um anti-malware instalado é melhor do que não ter nada, mas de forma alguma uma solução desse tipo garante que o usuário estará 'completamente protegido' das ameaças atuais da internet, do cibercrime, roubo de identidade e ataques maliciosos", diz o documento.
A Panda traça esse quadro preocupante porque acredita já ter uma solução para o problema. Trata-se de uma solução que, em vez de se basear num aplicativo instalado na rede das empresas ou no PC doméstico, tem o seu eixo na internet. Ou seja, é um serviço online que, ao encontrar algo suspeito na máquina local, checa-o com os dados de servidores que vão armazenando informações do mundo inteiro. Resta saber qual o grau de eficácia dessa nova abordagem.
Mesmo quando se encara o quadro traçado pela Panda com certo distanciamento, ainda sobra muito com que se preocupar. Até porque não é só a Panda que faz esse tipo de alerta. Outras empresas especializadas vêm batendo nessa mesma tecla. A era dos antivírus, tal como usado até hoje, parece estar de fato chegando ao fim.
Nenhuma empresa brasileira aparece na lista das 100 marcas mais valiosas, mas relatório cogita a inclusão de Petrobras, Bradesco e Brahma nos rankings futuros
http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0157629.htmlEXAME
O gigante tecnológico Google cravou nesta segunda-feira (21/04) uma vantagem significativa na disputa com sua principal rival no setor, a Microsoft. O site de buscas confirmou a liderança no ranking das 100 marcas mais valiosas do mundo, publicado anualmente pela empresa britânica de consultoria Milward Brown, e apresentou um crescimento de valor da marca acima do registrado pela concorrente.
Entre 2007 e 2008, o índice de valor obtido pelo Google saltou 30%, de 66 bilhões de dólares para 86 bilhões de dólares. A Microsoft, por sua vez, obteve 29% de elevação e passou de 54 bilhões de dólares para 70 bilhões de dólares, o que garantiu à empresa a terceira posição na lista. Em segundo lugar no ranking aparece a americana GE, com marca avaliada em 71 bilhões de dólares.
O distanciamento do Google em relação à Microsoft surge num momento em que ambas as empresas disputam pela capacidade de interferir num terceiro gigante do setor, o Yahoo!, um dos sites mais acessados do mundo. Em meio a uma longa e emperrada negociação de compra do Yahoo! por parte da Microsoft, o Google, que vinha sendo cogitado como possível parceiro num movimento de resistência à oferta, conseguiu fechar acordo para que parte dos anúncios captados em suas páginas fossem exibidos também no Yahoo!, em medida de teste.
A experiência pode dar origem a acordos mais duradouros de compartilhamento de receita publicitária e levou a Microsoft a publicar uma nota de protesto, sob o argumento de que uma aliança entre as duas empresas é anticompetitiva, uma vez que juntas elas dominam 90% da publicidade em sites de buscas, nos Estados Unidos.
A liderança no ranking reflete, ainda, uma maior habilidade do Google em estabelecer fidelidade por parte dos usuários e expectativas de crescimento, por parte dos acionistas, alguns dos critérios usados para definir a classificação das empresas. Para definir a avaliação de consumidores, a Milward Brown realiza mais entrevistas com mais de 1 milhão de consumidores e forma um banco de percepções sobre 50 mil marcas. Em seguida, esses dados são cruzados com dados financeiros como receita e liquidez e forma uma avaliação final sobre o valor da marca.
O ranking não inclui empresas brasileiras, mas os organizadores do relatório incluíram nos comentários sobre as principais tendências de 2008 a observação de que marcas brasileiras como Petrobras, Brahma e Bradesco estão em observação detalhada e podem vir a aparecer em rankings futuros.
Fui convidado pra entrar nesse blog e editá-lo, escrever, falar mal, e o que mais for possível referente ao mundo da informática.
Tenho algumas idéias a serem colocadas, agora tem que ver tempo e coragem... afinal temos que ter qualidade.
No mais, vamos que vamos. E mais, tenho outro blog nada a ver com este que é o www.eueascronicas.blogspot.com .